MULHERES, HOMOSSEXUAIS, INDÍGENAS E NEGROS NA DITADURA CIVIL MILITAR

UMA ANÁLISE SOBRE AS MINORIAS NO REGIME POLÍTICO

  • Alice da Silva Leão Universidade Federal do Acre (UFAC)
  • Fabiane Katarina Fartolino de Almeida Universidade Federal do Acre (UFAC)
  • Maria Clara Silva de Souza Universidade Federal do Acre (UFAC)
  • Rayra Torquato de Lima Universidade Federal do Acre (UFAC)

Resumo

O presente artigo busca mostrar as formas de resistência e o papel da mulher, dos homossexuais, indígenas e dos negros durante o regime político no Brasil conhecido como Ditadura civil militar entre os anos de 1964 a 1965. Tem por objetivo abordar uma temática pouco trabalhada e muitas vezes silenciada, a fim de salientar de maneira implícita qual dos quatro grupos foi o maior prejudicado. Mencionaremos o nome de figuras importantes que possuem pouca visibilidade e não tem sua história e legado perpetuado quando o assunto concerne ditadura militar. Inicialmente será abordado sobre as mulheres, que lutaram sob influência do feminismo, o que acarretou a morte de várias delas. Em seguida, será tratado a luta dos homossexuais, que foram fortemente reprimidos, censurados e sofreram várias tentativas de “higienização”. Posteriormente discutiremos a presença indígena no regime militar, dando ênfase a violação de seu direito a posse de suas terras e a sua autonomia para viver de acordo com as suas culturas e tradições, uma vez que durante esse período foram tutelados pelo estado, que visava incorporá-los no meio social. Por fim, trataremos a respeito das lutas da comunidade negras. Através da pesquisa virtual em sites, revistas eletrônicas e afins, pode-se concluir a escassez de matérias que abordem de forma abrangente o assunto a ser trabalhado, comprovando assim como tal temática não é tão abordada quanto deveria.

 

PALAVRAS-CHAVE: Mulheres; Negros; Homossexuais; Indígenas; Ditadura.

Publicado
2019-12-30
Seção
ARTIGO