A IMPORTÂNCIA DA TAXONOMIA, FITOQUÍMICA E BIOPROSPECÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS VISANDO O COMBATE E ENFRENTAMENTO AO COVID-19

  • Renato Abreu Lima Doutorando em Biodiversidade e Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Pertencente ao Laboratório de Pesquisa em Química de Produtos Naturais.
  • Larissa de Souza Saldanha Discente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA/IEAA/UFAM)
  • Felipe Sant' Anna Cavalcante Discente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais (PPGCA/IEAA/UFAM)
Palavras-chave: Biodiversidade; Pandemia; Recursos Vegetais.

Resumo

O presente estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica, qualitativa e descritiva da importância dos vegetais como potencial na bioprospecção, haja visto que nesse lugar há uma grande biodiversidade e contendo diversas espécies vegetais que podem ser importantes para tratamentos de doenças e a cura de enfermidades. Mas valem ressaltar que a Taxonomia, Fitoquímica e a Bioprospecção são grandes duas áreas de real importância para compreender a definição do grau de importância de cada espécie estudada e seu potencial para a produção de medicamentos, aliada também na construção de um novo conhecimento científico e que busca uma alternativa viável que poderá contribuir para a produção de fármacos e também servirá como meio alternativo para o tratamento da Covid-19.

Biografia do Autor

Renato Abreu Lima, Doutorando em Biodiversidade e Biotecnologia pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Pertencente ao Laboratório de Pesquisa em Química de Produtos Naturais.
Biólogo, Pós-Graduado em Gestão Ambiental, Mestre em Meio Ambiente e Doutorando em Biodiversidade e Biotecnologia pela UFAM.

Referências

[1] SAVIANI, D. Sobre a natureza e especificidade da educação. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, v.7, n.1, p.286-293, 2015.

[2] ROSA, C. DA; CÂMARA, S.G.; BÉRIA, J.U. Representações e intenção de uso da Fitoterapia na atenção básica à saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v.16, n.1, p.311-318, 2011.

[3] MACEDO, J.A.B. Plantas medicinais e fitoterápicos na atenção primária à saúde: contribuição para profissionais prescritores. 2016. 49 f. Especialização (Monografia), Instituto de Tecnologia em Fármacos – Farmanguinhos, Pós-graduação em Gestão da Inovação de Medicamentos da Biodiversidade, 2016.

[4] BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria Nº 2.960 de 09 de dezembro de 2008. Aprova o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2008.

[5] AGANETTE, E.; ALVARENGA, L.; SOUZA, R. R. Elementos constitutivos do conceito de taxonomia. Informação & Sociedade: Estudos, v.20, n.3, p.77-93, 2010.

[6] BICUDO, C.E.M. Taxonomia. Biota Neotropica, v.14, n.1, p.1-2, 2004.

[7] SILVA, K.E.; MATOS, F.D.A.; FERREIRA, M.M. Composição florística e fitossociologia de espécies arbóreas do Parque Fenológico da Embrapa Amazônia Ocidental. Acta Amazonica, v.38, p.213-222, 2008.

[8] SILVA, W.A.S.; CARIM, M.J.V.; GUIMARÃES, J.R.S.; TOSTES, L.C.L. Composição e diversidade florística em um trecho de floresta de terra firme no sudoeste do Estado do Amapá, Amazônia Oriental, Brasil. Biota Amazônia, v.4, n.3, p.31-36, 2014.

[9] SNIF. Sistema Nacional de Informações Florestais. Os Biomas e suas florestas. Brasília, 2014. Disponível em: florestal.gov.br.

[10] FERREIRA, L.V.; VENTICINQUE, E.; ALMEIDA, S. O desmatamento na Amazônia e a importância das áreas protegidas. Estudos avançados, v. 19, n. 53, p. 157-166, 2005.

[11] FREITAS, P.C.D. Atividade antioxidante de espécies medicinais da família Piperaceae: Pothomorphe umbellata (L.) Miq. e Piper regnellii (Miq.) C. DC. 1999. 134 f. Tese (Doutorado em Ciências Farmacêuticas), Faculdade de Ciências Farmacêuticas. Universidade de São Paulo, 1999.

[12] MARTINS-DA-SILVA, R.C.V.; HOPKINS, M.G.; THOMPSON, I.S. Identificação botânica na Amazônia: situação atual e perspectivas. Embrapa Amazônia Oriental. Documentos (INFOTECA-E), 2003.

[13] LIMA, R.A.; R.A.T.; CAVALCANTE, F.S. The Importance of the Rescue and Preservation of Medicinal Plants in the North region in the last twenty years. Ciência e Natura, v.42, n.7, p.1-20, 2020.

[14] SANTOS, R.I. Metabolismo básico e origem dos metabólitos secundários. In: SIMÕES, C.M.O.; SCHENKEL, E.P.; GOSMANN, G.; MELLO, J.C.P.; MENTZ, L.A.; PETROVICK, P.R. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 6.ed. Porto Alegre/Florianópolis: Editora da UFSC/Editora da UFRGS, p. 403-434, 2007.

[15] SIMÕES, C.M.O.; SCHEKKEL, E.P. A pesquisa e a produção Brasileira de Medicamentos a partir de Plantas medicinais: a necessária interação da indústria com a academia. Revista Brasileira Farmacognosia, v.12, n.1, p.35-40, 2002.

[16] ALBUQUERQUE, U.P.; HANAZAKI, N. As pesquisas etnodirigidas na descoberta de novos fármacos de interesse médico e farmacêutico: fragilidades e perspectivas. Revista Brasileira de Farmacognosia, v.16, p.678-689, 2006.

[17] PINTO, A.C.; SILVA, D.H.S.; BOLZANI, V.S.; LOPES, N.P.; EPIFANIO, R.A. Produtos naturais: atualidade, desafios e perspectivas. Química nova, v.25, n.1, p.45-61, 2002.

[18] BARREIRO, E.; BOLZANI, V.S. Biodiversidade: Fonte potencial para descoberta de fármacos. Química Nova, v.32, n.3, p.679-688, 2009.

[19] OOTANI, M.A.; AGUIAR, R.W.; RAMOS, A.C.C.; BRITO, D.R.; SILVA, J.B.; CAJAZEIRA, J.P. Use of Essential Oils in Agriculture. Journal of Biotechnology and Biodiversity, v.4, n.2, p.162-174, 2013.

[20] BESSA, N.G.F.D.; BORGES, J.C.M.; BESERRA, F.P.; CARVALHO, R.H.A.; PEREIRA, M.A B.; FAGUNDES, R.; CAMPOS, S.L.; RIBEIRO, L.U.; QUIRINO, M.S.; CHAGAS-JUNIOR, A.F.; ALVES, A. Prospecção fitoquímica preliminar de plantas nativas do cerrado de uso popular medicinal pela comunidade rural do assentamento vale verde – Tocantins. Revista Brasileira de Plantas Medicinais, v.15 n.4, p 692-707, 2013.

[21] LIMA, R.A. Estudo químico das cascas de Maytenus guianensis Klotzsch ex Reissek e seu potencial antimicrobiano. 2016. 188 f. Tese (Doutorado em Biotecnologia) - Universidade Federal de Rondônia, Porto Velho, 2016.

[22] ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC Nº 26, de 13 de maio de 2014. Dispõe sobre o registro de medicamentos fitoterápicos. Brasília: ANVISA, 2014.

[23] ISON, G.M. Respiratory Viral Infections. Decker Intellectual Properties Inc. All Rights Reserved, 2015. Disponível em: . Acesso em 29 abr. 2020.
[24] LUIGI, R.; SENHORAS, E.M. O novo coronavírus e a importância das Organizações Internacionais. Nexo Jornal [17/03/2020]. Disponível em: . Acesso em 28 de abr. de 2020.

[25] SENHORAS, E.M. Novo coronavírus e seus impactos econômicos mundo. Boletim de Conjuntura (BOCA), v. 1, n. 2, p. 1-11, 2020.

[26] LISBOA, C. Plano estadual de prevenção e controle do SARS CoV2 (COVID-19). Secretaria de Estado da Saúde de Vitória, Espírito Santo, 2020.

[27] FREITAS, A.R.R.; NAPIMOGA, M.; DONALISIO, M.R. Análise da gravidade da pandemia de Covid-19. Revista Epidemiologia e Serviços de Saúde, v.29, n.2, p.1-5, 2020.

[28] FILHO, S.A.; DA SILVA, C.G.N.; BIGI, M.F.M.A. Bioprospecção e biotecnologia. Parcerias Estratégicas, v.19, n.38, p.45-80, 2014.

[29] SCHULTZ, D. A bioprospecção pode salvar a floresta amazônica. Para onde o mundo vai [29/08/2019]. Disponível em: . Acesso em 28 de abr. de 2020.

[30] SOUZA, L.P.; SOUZA, A.G. Enfermagem brasileira na linha de frente contra o novo Coronavírus: quem cuidará de quem cuida? Journal of Nursing and Health, v.10, n.4, p.1-13, 2020.
Publicado
2020-06-08
Como Citar
Lima, R. A., de Souza Saldanha, L., & Sant’ Anna Cavalcante, F. (2020). A IMPORTÂNCIA DA TAXONOMIA, FITOQUÍMICA E BIOPROSPECÇÃO DE ESPÉCIES VEGETAIS VISANDO O COMBATE E ENFRENTAMENTO AO COVID-19. South American Journal of Basic Education, Technical and Technological , 7(1), 607-617. Recuperado de https://periodicos.ufac.br/index.php/SAJEBTT/article/view/3721
Seção
Artigos de Revisão

##plugins.generic.recommendByAuthor.heading##

> >>