AUTORITARISMO, MANIPULAÇÃO E CENSURA DO REPRESENTANTE POPULAR GETÚLIO VARGAS

  • Gaby Gama da Mota Lima Universidade Federal do Acre (UFAC)

Resumo

O presente artigo busca discutir a Era Vargas dos anos 1930-1945. Salientando para o processo construtivo de autoritarismo, manipulação e censura fortificados no Estado Novo (1937-1945). Getúlio Vargas, cristalizado historicamente populista, nacionalista, modernizador, foi também um ditador. O sistema durou 8 anos, sucumbiu, tomou nova forma e entrou para história. Diante disso, é metodologicamente embasado nas autoras Lilia Schwarcz e Heloisa Starling (2015), historiadoras que se propuseram escrever uma biografia do Brasil, encarando os desafios de compreender as múltiplas possibilidades dos sujeitos, existentes numa história de longa duração, oscilando, entre os grandes nomes e aqueles nas quais a história esqueceu de mencionar. Uma biografia, como bem lembra as autoras, é sobretudo fonte histórica, pois, permite imaginar o passado e, mais do que apenas imaginar, senti-los. Mary Del Priore e Renato Venancio (2010) aparecem vez ou outra relacionando o objetivo central: caracterizar uma das facetas de Getúlio Vargas. Entretanto, verifica-se quão difícil é afirmar com exatidão seu perfil. O intuito de veras não é esse. Todavia, resgatar do passado o percurso de instabilidade econômico, ideológico e republicano fundador do Estado Novo.

 

PALAVRAS-CHAVE: Autoritarismo; Manipulação; Censura; Getúlio Vargas.

Publicado
2019-12-30
Seção
ARTIGO