ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: UMA VISÃO DA COMPLEXIDADE

Resumo

O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço desenvolvido por um profissional especializado em parceria com o educador e visa a formação dos alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) no ensino regular. Todavia, existem inúmeras barreiras para sua aplicação e eficiência no ambiente escolar. Este trabalho objetiva analisar o AEE, a partir do olhar da complexidade, segundo Morin (1996). O estudo insere-se no âmbito das pesquisas educacionais. É uma pesquisa do tipo bibliográfico, cuja proposta parte de uma análise documental. As discussões têm como base autores como: Mantoan (2003, 2006), Carvalho (2018), Prieto (2006) e Morin (1996, 2003, 2006). Os resultados preliminares mostram que, embora a inclusão escolar seja assegurada por lei, nem sempre se efetiva com qualidade, mesmo tendo como aliado o AEE. Este estudo tem por propósito levantar uma discussão relevante dentro da temática da inclusão e provocar reflexões acerca deste importante serviço educacional.

 Palavras-chave: Estudantes com necessidades especiais, educação brasileira, ambiente escolar, legislação.

Biografia do Autor

Ismende Bandeira de Araújo, UFAC

Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens, da Universidade Federal do Acre, UFAC (2019). Possui graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Acre (2006). Especialização lato-sensu em Educação Especial - Formação Continuada de Professores para o AEE pela Universidade Federal do Ceará, (2011) e Pedagogia Gestora pelas Faculdades Integradas de Várzea Grande (2017). Já foi gestora escolar e coordenadora de ensino de escola de ensino fundamental I e II. Atualmente é Coordenadora pedagógica de uma escola de educação infantil da rede municipal de ensino da cidade de Cruzeiro do Sul/Acre.

Igor Oliveira, Universidade Federal do Acre - Campus Floresta

Bacharel e licenciado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná, especialista em Manejo e Conservação da Vida Silvestre pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal do Paraná e doutor em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas, com estágio no Zoological Research Museum Alexander Koenig, Bonn, Alemanha. Atualmente é professor do Curso de Licenciatura Indígena e professor permanente dos programas de Mestrado em Ensino de Humanidades e Linguagens e Mestrado em Ciências Ambientais da Universidade Federal do Acre.

Maria Dolores de Oliveira Soares Pinto, Universidade Federal do Acre - Campus Floresta

Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1994), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003) e doutorado em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (2011). Atualmente é professora assistente da Universidade Federal do Acre. Trabalhou por três semestres como professora na Universidade Federal Fluminense (2012-2013). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Ensino-Aprendizagem, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, inclusão escolar, afetividade e educação e o lúdico na educação. 

Maria Irinilda da Silva Bezerra, Universidade Federal do Acre - Campus Floresta

Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal do Acre (2000); Especialização em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira/ Universo (2002); Mestrado pelo Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense/UFF (2010); Doutorado pelo Programa Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal Fluminense/UFF (2015). Atualmente é professora efetiva da Universidade Federal do Acre. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em História da Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: história da educação e da formação docente, educação católica e educação feminina. Possui trabalhos secundários, na área do ensino multisseriado e da história da inclusão no vale do Juruá.

Publicado
2020-07-14
Seção
Artigos