Educação (Ambiental), Saúde e Metodologias ativas

integrações e diálogos

  • Luiz Ricardo Oliveira Santos Universidade Federal de Sergipe
  • Jailton de Jesus Costa Universidade Federal de Sergipe
  • Rosemeri Melo e Souza Universidade Federal de Sergipe
Palavras-chave: Educação Ambiental, Educação em Saúde, Metodologia da Problematização

Resumo

As metodologias ativas inserem o educando na construção da aprendizagem, superando a tradicional forma de transmissão de conteúdo. Dentre tais metodologias, a Problematização com o arco de Maguerez utiliza a realidade concreta para o enfrentamento de problemáticas locais. O presente estudo tem por objetivo discutir a utilização de metodologias ativas em diferentes contextos de ensino. Para tanto, foram realizados levantamentos documentais e bibliográficos e descrita a experiência dos autores no contexto da Educação Ambiental e a vivência no Campus de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Sergipe. Conclui-se que tais metodologias possibilitam novas abordagens para a Educação Básica, superando as tendências tradicionais.

Biografia do Autor

Luiz Ricardo Oliveira Santos, Universidade Federal de Sergipe

Doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Jailton de Jesus Costa, Universidade Federal de Sergipe

Doutor em Geografia. Professor Associado da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Rosemeri Melo e Souza, Universidade Federal de Sergipe

Doutora em Desenvolvimento Sustentável. Professora Associada da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Referências

[1] FREIRE, P. Pedagogia do oprimido. 50. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

[2] FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2011.

[3] BRASIL. Lei no 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Brasília: DOU de 28/04/1999.

[4] PELICIONI, M. C. F. Promoção da Saúde e do Meio Ambiente: uma trajetória técnico-política. In: PHILIPPI-JÚNIOR, A.; PELICIONI, M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. p. 477-490.

[5] MINAYO, M. C. S. Saúde e Ambiente: uma relação necessária. In: CAMPOS, G. W. S. et al. Tratado de Saúde Coletiva. 2. ed. São Paulo: Hucitec, 2012. p. 79-108.

[6] GULIELMINO, C. A. et al. Intervenção em Saúde, Educação e Meio Ambiente. In: PHILIPPI-JÚNIOR, A.; PELICIONI, M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. p. 801-816.

[7] BERBEL, N. A. N. “As metodologias ativas e a promoção da autonomia de estudantes”. Semina: Ciências Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jul., 2011.

[8] DAHLE, L.O. et al. ABP e Medicina – desenvolvimento de alicerces teóricos sólidos e de uma postura profissional de base científica. In: ARAÚJO, U. F.; SASTRE, G. (Orgs.). Aprendizagem Baseada em Problemas no Ensino Superior. São Paulo: Summus, 2009. p. 123-140.

[9] ARAÚJO, J. S.; XAVIER, M. P. “O conceito de saúde e os modelos de assistência: considerações e perspectivas em mudança”. Revista Saúde em Foco, Teresina, v. 1, n. 1, p. 137-149, jan./jun., 2014.

[10] PHILIPPI-JÚNIOR, A.; MALHEIROS, T. F. Saúde Ambiental. In: PHILIPPI-JÚNIOR, A.; PELICIONI, M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. p. 57-84.

[11] DECKER, I. R.; BOUHUIJS, P. A. J. Aprendizagem baseada em problemas e metodologia da problematização: identificando e analisando continuidades e descontinuidades nos processos de ensino-aprendizagem. In: ARAÚJO, U. F.; SASTRE, G. (Orgs.). Aprendizagem Baseada em Problemas no Ensino Superior. São Paulo: Summus, 2009. p. 177-204.

[12] RIBEIRO, L. R. C. Aprendizagem Baseada em Problemas (PBL): uma experiência no ensino superior. São Carlos: EdUFSCar, 2010.

[13] BERBEL, N. A. N. “A problematização e a aprendizagem baseada em problemas: diferentes termos ou diferentes caminhos?” Interface – Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v. 2, n. 2, p. 139-154, fev., 1998.

[14] UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Resolução n. 18/2011/CONSU. Aprova o Regimento Interno do Centro Campus de Ciências da Saúde de Lagarto. Disponível em Acesso em fev. 2018.

[15] BERBEL, N. A. N. “A Metodologia da Problematização em três versões no contexto da didática e da formação de professores”. Rev. Diálogo Educ., Curitiba, v. 12, n. 35, p. 103-120, jan./abr., 2012.

[16] SANTOS, L. R. O. Formação de reeditores ambientais a partir da metodologia da problematização: (re)unindo o lugar e o currículo. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências Ambientais) – Universidade Federal de Sergipe. São Cristóvão/SE, 2018.

[17] BRASIL. Plano Nacional de Extensão Universitária. Edição Atualizada. Brasil, 1999b.

[18] UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE. Resolução n. 25/2017/CONEPE. Aprova alterações no projeto pedagógico do curso de graduação em Odontologia Bacharelado do Campus Universitário Prof. Antônio Garcia Filho e dá outras providências. Disponível em < file:///C:/Users/ricbi/Documents/Downloads/0252017%20-%20Odontologia%20Lagarto%20-Projeto.pdf> Acesso em mar. 2018.

[19] WAISELFISZ, J. J. O Ensino das Ciências no Brasil e o PISA. São Paulo: Sangari Brasil, 2009.

[20] BRASIL. Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Brasil no PISA 2015: análises e reflexões sobre o desempenho dos estudantes brasileiros. São Paulo: Fundação Santillana, 2016.

[21] SANTOS, L. R. O.; COSTA, J. J.; MELO E SOUZA, R. “High School National Examination and its implications for Environmental Science Teaching”. Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental, Santa Maria, v. 21, n. 3, p. 232-239, set./dez., 2017.

[22] SANTOS, L. R. O.; COSTA, J. J.; MELO E SOUZA, R. “Exame Nacional do Ensino Médio: desafios para o Ensino das Ciências Ambientais em escala local”. Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, Rio Grande, v. 35, n. 1, p. 4-20, 2018.

[23] SANTOS, L. R. O.; MELO E SOUZA, R.; COSTA, J. J. “A metodologia da problematização no contexto da Educação Básica: possíveis caminhos para a formação de reeditores ambientais”. Revista Cadernos de Estudos e Pesquisa na Educação Básica, Recife, v. 3, n. 1, p. 257-274, 2017.

[24] SANTOS, L. R. O.; MELO E SOUZA, R.; COSTA, J. J. “A metodologia da problematização na formação de reeditores ambientais: conceitos, contextos e possibilidades”. Revista Sergipana de Educação Ambiental, São Cristóvão, v. 5, n. 5, p. 9-18, 2018.

[25] LUZZI, D. Educação Ambiental: pedagogia, política e sociedade. In: PHILIPPI-JÚNIOR, A.; PELICIONI, M. C. F. Educação Ambiental e Sustentabilidade. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2014. p. 445-464.
Publicado
2020-06-04
Como Citar
Santos, L. R. O., COSTA, J. de J., & MELO E SOUZA, R. (2020). Educação (Ambiental), Saúde e Metodologias ativas: integrações e diálogos. South American Journal of Basic Education, Technical and Technological , 7(1), 404-420. Recuperado de https://periodicos.ufac.br/index.php/SAJEBTT/article/view/3213
Seção
Artigos Originais Ciências Humanas