https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/issue/feed Jamaxi 2022-02-27T17:57:17-05:00 Sérgio Roberto tesesergio@gmail.com Open Journal Systems <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">Jamaxi: Revista de História e Humanidades é um periódico eletrônico, semestral, editado sob a responsabilidade dos cursos de licenciatura e bacharelado em História da Universidade Federal do Acre e da Associação Nacional de História – ANPUH/Seção Acre, sem fins lucrativos, com o intuito de propiciar o intercâmbio, circulação e difusão de estudos e pesquisas nas áreas de Ciências Humanas, educação e linguagens.&nbsp;&nbsp;Tem como objetivo mobilizar e envolver pesquisadores, professores e estudantes de graduação e pós-graduação de universidades dessa macro região, bem como manter relações com as experiências de professores da educação básica e de movimentos sociais das florestas e cidades amazônico-andinas.&nbsp;As contribuições, na forma de artigos, entrevistas, resumos e resenhas, poderão ser livres ou vinculadas a dossiês temáticos organizados por profissionais dos cursos de História da Ufac, ANPUH - Seção Acre e outras instituições.</p> <p><strong>ISSN: 2594-5173 | Qualis B3</strong></p> https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5993 JORNALISMO E SOCIEDADE: AS CONCEPÇÕES DE AMAZÔNIA NOS DISCURSOS DA AGÊNCIA DE NOTÍCIAS AMAZÔNIA REAL 2022-02-24T13:28:39-05:00 Fernanda Salvo fernanda.salvo@ufac.br Miguel Felippe França Rodrigues miguel.rodrigues@sou.ufac.br <p>Resumo: Neste artigo, nosso propósito é observar os discursos criados a respeito da Amazônia pelo jornalismo, com especial atenção à produção da agência de notícias Amazônia Real. Para contextualizar nossa reflexão, iniciaremos o artigo recapitulando o modo como, historicamente, a Amazônia foi caracterizada pelo olhar exógeno de exploradores e colonizadores europeus, que propuseram os primeiros discursos e imagens sobre a região. Em seguida, abordaremos a relação intrínseca que o jornalismo mantém com a sociedade, convertendo-se em importante dispositivo de conhecimento, responsável pela instauração de discursividades na vida social. Por último, recuperaremos algumas visões homogeneizantes a respeito da Amazônia reiteradas pelo jornalismo hegemônico, para, logo após, comentar as concepções de Amazônia que emergem nos discursos da agência Amazônia Real. <br>Palavras-chave: Amazônia; Sociedade; Jornalismo, Valores-notícia, Discursividades.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5768 HISTÓRIA, IDEOLOGIA E MÍDIAS SOCIAIS NO ENSINO DE HISTÓRIA: O CASO BRASIL PARALELO 2021-10-11T14:35:53-05:00 Mauro Henrique Miranda de Alcântara alcantara.mauro@gmail.com Rebeca de Paula Belmont rebecadepaula010@gmail.com Maria Gabrielli Favoretti Fornazier gabi.fornazier.13@gmail.com <p>O artigo tem como objetivo analisar a construção política ideológica da narrativa da série “Brasil: a última cruzada”, produzido pela empresa Brasil Paralelo. Após uma análise preliminar, foi possível verificar que a empresa utiliza de fragmentos históricos, todavia, sem suas respectivas referências a arquivos e bibliografia. Partindo disso, foi possível identificar que se trata este material, de um panfleto político-ideológico, que usa a História para seus fins políticos. Partimos dos conceitos de ideologia de Michael Löwy e Terry Eagleton, para compreender o espectro ideológico do material. E utilizamos as tipologias narrativas de Jörn Rüsen, para compreender a construção narrativa do capítulo. A partir desses referenciais teóricos e metodológicos, identificamos que a empresa busca realizar um (pseudo) revisionismo histórico, contudo, negando a ciência e seus aparatos. Mesmo nestas condições, essa narrativa, pela sua capacidade estética e de facilidade de acesso, tem sido utilizada como material para o ensino de história. Dessa forma, problematizar e questionar esse tipo de produção se faz necessário, para denunciar a ausência de empiria e método nesses materiais e o propósito, ideológico-lucrativo, por trás dessas produções.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/6001 TENDÊNCIAS NAS POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NO BRASIL: FRAGMENTAÇÃO E DESCONTINUIDADE 2022-02-27T17:57:17-05:00 Carmem Lúcia Caetano de Souza calucaetano@yahoo.com.br Cristovam da Silva Alves cristovam-alves@uol.com.br Danielle Prado Nepomuceno danypsyco@gmail.com Virgínia Mara Próspero da Cunha vimaracunha@terra.com.br <p>Resumo: Este artigo busca refletir acerca da formação de professores, partindo do conceito de educação como direito universal e da contextualização dos saberes docentes. De natureza bibliográfica, este texto se propõe a abordar as políticas de formação docente no Brasil, analisando-as a partir dos conceitos de saberes docentes e da compreensão do que constitui o conhecimento próprio da profissão. Além disso, apresenta-se uma discussão sobre as arenas políticas no contexto da formação de professores apresentando uma reflexão sobre as tendências desse processo formativo no Brasil, marcado por fragmentação e descontinuidade, o que se reflete na qualidade da educação. Espera-se que essas reflexões contribuam com o campo de discussão da formação de professores e das políticas públicas que o envolvem, subsidiando outras reflexões acerca deste tema.<br>Palavras-chave: Direito à educação, Saberes docentes, Arenas políticas, Formação de professores.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5994 RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E ENSINO DE HISTÓRIA: TENSÕES ENTRE A LEI 10.639/2003 E A BNCC 2022-02-24T13:43:36-05:00 Giovanna Sanches Serbilla Jesuino gsserbilla@gmail.com Suzana Lopes Salgado Ribeiro suzana.ribeiro@gmail.com <p>Resumo: O artigo propõe refletir sobre a necessidade de uma (re)educação das relações étnico raciais. Para tanto, foram apontadas tensões entre a Lei Federal nº 10.639/2003 e a Base Nacional Comum Curricular, 2018 nos anos iniciais do ensino fundamental, especificamente no componente curricular de História. Por meio de uma pesquisa qualitativa, documental e bibliográfica foi possível notar uma superficialidade nas orientações da Base e um esvaziamento dos sentidos dos termos, que se referem às dimensões do ensino de história e cultura afro-brasileira. Pode-se concluir que a BNCC “inclui” os temas, mas numa abordagem distante e superficial, sem o devido aprofundamento, deixa a cargo da interpretação do leitor a suposta inclusão, pois não há uma pontualidade nas orientações. Deste modo, vê-se tensões e contradições entre perspectivas prescritas de currículos nacionais. Tal contradição pode ser notada no fato de mesmo a BNCC tendo sido escrita posteriormente à Lei 10.639/2003, seus objetos de conhecimento e habilidades apresentam-se numa perspectiva de colonialidade, perpetuando a manutenção desigual de relações étnico-raciais em nossa sociedade.<br>Palavras-chave: Educação Étnico-Racial. Currículo. Legislação.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5995 DIGITAL PLURAL: PLATAFORMA DIGITAL DE EXTENSÃO, EDUCAÇÃO E INOVAÇÃO SOCIAL DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 2022-02-24T13:52:08-05:00 Andrea Paula dos Santos Oliveira Kamensky andreapaulakamensky@gmail.com Marcio Alexandre Aveiro de Souza márcio-averio@outlook.com Mariana Fernandes da Costa fecomariana@gmail.com Luciana Pereira luciana.pereira@ufabc.edu.br <p>Resumo: Durante o ano de 2020, dentro de um cenário de pandemia, viu-se a necessidade de criar um espaço democrático, seguro e digital com foco na construção e compartilhamento de conhecimento e criação de uma rede de apoio mútua. Esse espaço foi criado através da Plataforma Digital Plural que conta com um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) e uma Rede Social de Aprendizagem onde é possível entender e co-construir temas emergentes e potencializados com o advento da pandemia. Além disso, o espaço digital se tornou um ambiente de troca e acolhimento, tanto nos grupos de discussão caracterizados como Rede Social de Aprendizagem, quanto na realização de encontros virtuais em tempo real. Inicialmente, criado como projeto de extensão para a região do ABC, na Grande São Paulo, o projeto tomou asas e ultrapassou as fronteiras estaduais, alcançando pessoas das mais diferentes localidades, repletas de experiências e situações vivenciadas antes e durante a pandemia. <br>Palavras chaves: Inovação Social, Educação Aberta, Rede Social de Aprendizagem, Pesquisa-Ação, Cultura Digital</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5700 O ENTRE-LUGAR DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL DE DOCENTES A PARTIR DO PIBID: FRONTEIRAS ENTRE SER ESTUDANTE E PROFESSOR 2021-09-29T00:50:01-05:00 Diego Machado diego.machado@sou.ufac.br Ozana Oliveira nana_anker@hotmail.com Luciene Oliveira mendes09ufac@gmail.com <p>Este trabalho refere-se a uma reflexão quanto às questões intrínsecas de fronteira e suas proposições, as quais incidem no processo formativo de acadêmicos dos cursos de licenciaturas das universidades federais, em face das competências exigidas para o futuro professor. Sendo de caráter bibliográfico e documental, tal discussão baseia-se na noção de entre-lugares como forma de compreender que a formação docente é um espaço que transita para além das universidades, fornecendo oportunidades para interpretar a função da profissão e suas práticas. À vista disso, tem como objetivo discutir essa realidade a partir da perspectiva consubstanciada pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID, que como política de formação docente desfaz a cultura dissidente existente entre universidades e escolas. Aqui, o professor supervisor e o futuro docente dentro de suas especificidades, tornam-se sujeitos desta pesquisa ao validar o PIBID como um ‘trampolim’ que ultrapassa a margem de suas atuações, permitindo assim perceber que a multiplicidade que demarca suas identidades é constituída através das relações e condições propostas a partir de diferentes contextos.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5888 A FORMAÇÃO OFERECIDA NO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ (UENP) EM ANÁLISE 2021-12-09T15:56:07-05:00 Viviani Fernanda Hojas vihojas@hotmail.com Érica Tatiana de Almeida Santos Guilherme tata106santos.tata@gmail.com <p>O presente estudo teve como objetivo analisar a formação oferecida no curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP - Campus de Jacarezinho). A investigação foi realizada por meio de pesquisa documental que focalizou os Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs) de 2011 e 2020 da referida instituição de ensino. O trabalho analítico buscou identificar possíveis avanços e/ou retrocessos na formação dos/as futuros/as pedagogos/as com base nas mudanças introduzidas no novo projeto pedagógico do curso de Pedagogia, especialmente aquelas relativas à matriz curricular e ao estágio curricular supervisionado. A análise efetuada evidenciou que tais mudanças sinalizam avanços significativos em termos formativos. Por fim, o texto destaca que a educação escolar (e a não-escolar) está assentada fundamentalmente no trabalho dos profissionais formados nos cursos de Pedagogia.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5105 AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA CRÍTICA SOCIAL PARA A ARTE, CULTURA E EDUCAÇÃO 2021-09-01T19:11:06-05:00 Carlos Eduardo da Silva eduardo.soul3@gmail.com Tânia Mara Rezende Machado taniaufac@gmail.com <p>O objetivo central deste estudo é examinar as contribuições da teoria crítica social, com base nos ensaios e aportes teóricos desenvolvidos pelos teóricos de Frankfurt, que tiveram expressivo impacto na análise da cultura, da arte e nos processos educativos. Neste sentido, suas análises trazem uma denúncia contundente, sensível e negativa sobre as contradições de uma sociedade mergulhada na razão instrumental. A construção teórica deste estudo apoiou-se sobre o eixo teórico elaborado pelos teóricos frankfurtianos, como a denúncia do discurso degradante da razão instrumental pela Indústria Cultural e sua ampliação pela Semicultura. Adorno e Horkheimer (1985) realizam uma crítica sobre a aniquilação da Cultura e da Arte em meio ao capitalismo tardio, produzindo a alienação de materiais estéticos, artísticos e culturais, a padronização em escala global, e com isso a deformação das humanidades. Adorno (2005) destaca a expansão dessa deformação pela Semicultura e Semiformação, que acaba por formatar e petrificar a experiência formativa dos sujeitos. Nessa direção, através de uma pesquisa bibliográfica, analisamos ensaios e aportes teóricos que apontaram para a alienação das subjetividades, da Cultura e da Arte, e que viam no pensamento crítico a única possibilidade da emancipação.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5996 DIREITO À IMIGRAÇÃO – A REPRESENTAÇÃO DO IMIGRANTE NAS LEIS BRASILEIRAS DO FINAL DO SÉCULO XIX 2022-02-24T14:00:39-05:00 Vanessa Generoso Paes vanessa.paes@ufac.br <p>Resumo: Este trabalho analisa as leis de imigração relacionadas à representação do imigrante no aparato jurídico do final do Império e início da Primeira República. Verificou-se que a representação jurídica do período criou uma barreira social que se materializava numa política de segregação a partir de um discurso assimilacionista de classificação dos imigrantes quanto ao modelo de cidadania almejado no período. Conclui-se, desse modo, que a política de imigração empregada por um Estado capitalista do início do século XX foi atravessada por relações de força que, herdeiro de um discurso oligárquico e racista, se solidificava quanto ao entendimento da cidadania dos imigrantes do período. <br>Palavras-chave: leis, imigração, imigrantes, cidadania.</p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5648 EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NA FRONTEIRA DA CONTEMPORANEIDADE: REDES DE INTOLERÂNCIA E MEMES DE PRECONCEITO E RACISMO NA ESCOLA E NA SOCIEDADE 2021-09-24T12:00:07-05:00 Heleno Szerwinsk de Mendonça Rocha szerwinsksistema@gmail.com <p class="western" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O racismo é um projeto político de poder nas fronteiras da contemporaneidade. A escola é um ponto de ataque de discursos de ódio e de memes depreciativos, expondo populações brasileiras à necropolítica. O ódio social, o preconceito de origem geográfica e a discriminação negativa tem sustentado práticas, comportamentos e ações, que normatizam o racismo. Nesse contexto fantasmagórico de violência e degradação do estado brasileiro, o processo educacional se torna “território” de reafirmações sociais de noções de verdade, democracia e liberdade de expressão. Argumento neste trabalho que elenca memes e notícias falsas como instrumentos políticos de fabricação do consentimento, nosso ponto de investigação através de redes de intolerância, que amplificam e fortalecem o preconceito e o racismo na escola e na sociedade, formalizando um currículo político-midiático na fronteira epistemológica no ensino de história. Para investigação da problemática, nos aprofundaremos na análise de conteúdo e de discurso, utilizando Almeida (2020), Albuquerque (2007), Chagas (2020) e Aquino (2003). Examinamos, à luz da concepção teórica da pós-verdade, alguns fragmentos midiáticos coletados nos grupos de WhatsApp de estudantes do ensino superior, em meio a uma pesquisa netnográfica nas mídias digitais.</span></span></p> <p class="western" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Times New Roman, serif;"><span style="font-size: medium;">O racismo é um projeto político de poder nas fronteiras da contemporaneidade. A escola é um ponto de ataque de discursos de ódio e de memes depreciativos, expondo populações brasileiras à necropolítica. O ódio social, o preconceito de origem geográfica e a discriminação negativa tem sustentado práticas, comportamentos e ações, que normatizam o racismo. Nesse contexto fantasmagórico de violência e degradação do estado brasileiro, o processo educacional se torna “território” de reafirmações sociais de noções de verdade, democracia e liberdade de expressão. Argumento neste trabalho que elenca memes e notícias falsas como instrumentos políticos de fabricação do consentimento, nosso ponto de investigação através de redes de intolerância, que amplificam e fortalecem o preconceito e o racismo na escola e na sociedade, formalizando um currículo político-midiático na fronteira epistemológica no ensino de história. Para investigação da problemática, nos aprofundaremos na análise de conteúdo e de discurso, utilizando Almeida (2020), Albuquerque (2007), Chagas (2020) e Aquino (2003). Examinamos, à luz da concepção teórica da pós-verdade, alguns fragmentos midiáticos coletados nos grupos de WhatsApp de estudantes do ensino superior, em meio a uma pesquisa netnográfica nas mídias digitais.</span></span></p> 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufac.br/index.php/jamaxi/article/view/5997 “FRONTEIRAS MULTISSITUADAS, FRONTEIRAS EPISTEMOLÓGICAS E FRONTEIRAS NO ENSINO DE HISTÓRIA” 2022-02-24T14:06:38-05:00 Tânia Mara Rezende MACHADO tania.machado@ufac.com Vanessa Generoso Paes vanessa.paes@ufac.br Zuila G. C. Santos zuilagc@gmail.com 2021-12-31T00:00:00-05:00 Copyright (c) 2022