CLARICE LISPECTOR, MARINA COLASANTI E CIBELE RESENDE
tranças narrativas
Palavras-chave:
ensino de literatura, humanização, autoria feminina, prática de liberdade, transgressão.Resumo
O artigo promove um estudo comparado dos contos Felicidade Clandestina, de Clarice Lispector (1998), A Moça Tecelã, de Marina Colasanti (2015), e Borboleta Azul, de Cibele Resende (2021). Para tanto, aborda o livro como território de liberdade, examina o tear como horizonte de humanização e discute a borboleta como imagem de ad-miração. O aparato teórico de sustentação dessa reflexão dialoga com as perspectivas de Paulo Freire (2016), Antonio Candido (1972) e Ligia Chiappini (2005). A metodologia empregada foi de natureza bibliográfica e interpretativa, ao investigar as estratégias de construção da leitura como prática de liberdade. Os resultados e conclusões do trabalho consistiram em reconhecer as literaturas das autoras como territórios de ressignificação da liberdade, humanização e ad-miração das personagens femininas, as quais transgridem as fronteiras do livro, do tear e da borboleta para reelaborar, ressignificar e tecer outros horizontes de vida por meio dos paradoxos da relação entre ler, sentir e assumir a imaginação criadora como caminho de acesso à liberdade, humanização e ad-miração de mundos possíveis.
Palavras-chave: Literatura, Liberdade, Humanização, Transgressão.
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Referências
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RESENDE, Cibele Francisca Clemente. Borboleta azul e outros contos cruzeirenses. Maringá, PR: A. R. Publisher, 2021.
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