Uma análise sobre a valorização dos geoglifos acreanos
impactos do agronegócio na Fazenda Crixá
DOI:
https://doi.org/10.29327/268903.9.1-4Palavras-chave:
Geoglífos, Agronegócio, Conservação Cultural, Patrimônio arqueológicoResumo
Este artigo analisa os desafios de preservação dos geoglifosacreanos, estruturas arqueológicas pré-colombianas, tendo como referenciais teóricos Schaan, Ranzi e Barbosa (2010) sobre a organização social das civilizações amazônicas, e de Ferreira e Rodrigues (2020) quanto à educação patrimonial. Através de um estudo de caso sobre a destruição do sítio arqueológico da fazenda Crixá, ocorrido entre 2019 e 2024, fundamentado na metodologia de estudo de caso de Yin (2014) e na análise crítica de fontes proposta por Barros (2020), examinamos os conflitos entre desenvolvimento econômico e conservação patrimonial. O trabalho dialoga ainda com Ranzi e Aguiar (2017) sobre os riscos da expansão agropecuária para esses sítios arqueológicos, destacando a necessidade de políticas públicas eficazes que harmonizem preservação cultural e atividades produtivas na Amazônia, conforme apontado por Ranzi e Pärssinen (2021) em seus estudos sobre a civilização Aquiry. Combinando pesquisa documental, análise de reportagens e revisão bibliográfica, o estudo examina os conflitos entre desenvolvimento econômico e conservação patrimonial, destacando as lacunas nas políticas de proteção e as diferentes percepções sobre o valor desses sítios arqueológicos. Os resultados evidenciam a necessidade de estratégias que conciliem preservação cultural e atividades produtivas, como educação patrimonial e gestão compartilhada, contribuindo para o debate sobre a proteção do patrimônio arqueológico em contextos de pressão econômica na Amazônia.
Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Rafael Nogueira Gomes

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.


