Éramos felizes e não sabíamos?

Golpe Cívico-Militar e "saudosismo" no Acre

Autores

  • Adriano da Silva Almeida Universidade Federal do Acre

DOI:

https://doi.org/10.29327/268903.9.1-12

Palavras-chave:

Acre, Ditadura Militar, Saudosismo, Retrotopia, Micro-história

Resumo

Este artigo busca analisar a partir de jornais de época e trabalhos de outros autores, o porquê a sociedade acreana ainda possui um certo “saudosismo” do período pós golpe cívico-militar de 1964 a 1985, percebido nos eventos ocorridos na capital do estado em 2 de novembro de 2022. Para compreendermos algo tão complexo quando o ocorrido em tal espaço de tempo, é necessário observarmos primeiramente a gênese desde estado e, consequentemente, sua sociedade, para então partirmos para o período analisado, ou seja, pós efetivação do Golpe Cívico-Militar. O desejo de retorno ao passado, no qual evoca uma nostalgia, se sombra de dúvida possui elementos que o fundamenta.  Almejamos trazer a lume tais constituinte, onde o confrontaremos sob a ótica de Zygmund Bauman , no qual utiliza o termo de retrotopia, utilizando também Jacques Le Goff e seu livro “História e Memória” e a ainda a análise micro analítica de Jacques Revel.

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Biografia do Autor

Adriano da Silva Almeida, Universidade Federal do Acre

Licenciando em História pela universidade Federal do Acre

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Publicado

2026-06-15

Como Citar

da Silva Almeida, A. (2026). Éramos felizes e não sabíamos? Golpe Cívico-Militar e "saudosismo" no Acre. Das Amazônias, 9(1), 202–232. https://doi.org/10.29327/268903.9.1-12

Edição

Seção

História do Acre: fronteiras, memórias e identidades e resistências étnico-raciais na Amazônia Ocidental

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