MAPEAMENTO COLABORATIVO

PRINCIPAIS ASPECTOS, DEFINIÇÕES E EXPERIÊNCIAS

Autores

Palavras-chave:

Gestão de riscos; Resiliência comunitária; Vulnerabilidades.

Resumo

Este artigo analisa o mapeamento colaborativo como uma metodologia inovadora na gestão de riscos e desastres, com foco nas vulnerabilidades socioambientais no Brasil, especialmente na Amazônia Sul-Ocidental. A partir de revisão bibliográfica e da análise de experiências aplicadas, investiga-se como essa prática, baseada na produção descentralizada de dados geoespaciais e na valorização dos saberes locais, pode contribuir para a construção de estratégias mais justas, eficazes e territorialmente enraizadas. O estudo contextualiza os impactos das mudanças climáticas sobre o regime hidrológico regional e discute o papel do mapeamento colaborativo como ferramenta de alerta precoce, planejamento participativo e adaptação comunitária. Também são examinadas suas potencialidades, como o fortalecimento da autonomia local, a geração de dados em escala fina e o empoderamento cidadão, e suas limitações, incluindo barreiras tecnológicas, desafios éticos e a desigualdades no acesso à informação. Conclui-se que, para consolidar essa abordagem como instrumento efetivo de gestão territorial, é essencial investir em inclusão digital, protocolos de governança ética e políticas públicas de apoio contínuo, de modo a fortalecer o mapeamento colaborativo como ferramenta fundamental para a melhoria das respostas emergenciais e para a promoção do protagonismo comunitário na construção de soluções sustentáveis e territorialmente adequadas

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Publicado

2026-02-28

Como Citar

Araujo Porto, A., Otávio Perea Serrano , R., & Azevedo Mesquita, A. (2026). MAPEAMENTO COLABORATIVO: PRINCIPAIS ASPECTOS, DEFINIÇÕES E EXPERIÊNCIAS. UÁQUIRI - Revista Do Programa De Pós Graduação Em Geografia Da Universidade Federal Do Acre, 7(2). Recuperado de https://periodicos.ufac.br/index.php/Uaquiri/article/view/8833

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