TECNOLOGIAS DIGITAIS E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA INCLUSIVA: PRÁTICAS NO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

DOI: https://doi.org/10.29327/2870514.12.2-7

Autores

  • Fabiana da Rocha Carvalho Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Inclusiva (Profei), Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Campus de Ji-Paraná- RO.
  • Carma Maria Martini Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática (PPGEM) e Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (Profei), Universidade Federal de Rondônia, UNIR, Campus de Ji-Paraná-Rondônia.

Palavras-chave:

Inclusão escolar; Mediação pedagógica; Tecnologias assistivas; Aprendizagem ativa; Ensino fundamental.

Resumo

Este artigo apresenta um relato de experiência de natureza qualitativa sobre o uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) como recursos mediadores do processo de ensino em uma turma heterogênea do 3º ano do Ensino Fundamental no CMEIEF Ruth Rocha, em Ji-Paraná (RO). A pesquisa caracteriza-se como descritivo-reflexiva e tem como objetivo analisar as potencialidades e os desafios da integração tecnológica em um cenário de escassez de infraestrutura, com vistas à promoção da equidade e da inclusão escolar. A fundamentação teórica ancora-se nos conceitos de mediação pedagógica, modificabilidade cognitiva e metodologias ativas. As práticas envolveram o uso de lousa digital, mesa digitalizadora, jogos educativos e tecnologias assistivas articulados a materiais concretos. Os resultados indicam que a integração intencional entre o digital e o analógico ampliou o engajamento e a autonomia dos estudantes, especialmente daqueles com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e deficiências múltiplas. Conclui-se que a mediação docente intencional é fundamental para transformar tecnologias em interfaces de comunicação e aprendizagem, contribuindo para uma educação inclusiva.

 

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Biografia do Autor

Fabiana da Rocha Carvalho, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Inclusiva (Profei), Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Campus de Ji-Paraná- RO.

Mestranda do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Inclusiva (Profei) da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Campus de Ji-Paraná/RO. Graduada em Licenciatura em Pedagogia pela Fundação Universidade do Tocantins (2013) e em Licenciatura em Matemática pela Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera (2024). Atua como docente nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental na Rede Municipal de Ensino de Ji-Paraná/RO. Participa do Grupo de Pesquisa Prisma. E-mail: fabianarocha.jipa@gmail.com.Currículo Lattes: Lattes CNPq: https://lattes.cnpq.br/1559959431726646.

Carma Maria Martini, Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática (PPGEM) e Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (Profei), Universidade Federal de Rondônia, UNIR, Campus de Ji-Paraná-Rondônia.

Doutora em Educação. Professora na UNIR, Campus de Ji-Paraná, RO. Docente do Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática (PPGEM) e do Programa de Pós-Graduação em Educação Inclusiva (Profei) da UNIR, Campus de Ji-Paraná. Líder do Grupo de Pesquisa e Extensão em Educação Matemática e Diversidade (Prisma). E-mail: carmamartini@unir.br Lattes: http://lattes.cnpq.br/3756015772295410. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-9068-4220.

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Publicado

17-08-2026

Como Citar

da Rocha Carvalho, F., & Maria Martini, C. (2026). TECNOLOGIAS DIGITAIS E MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA INCLUSIVA: PRÁTICAS NO 3º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: DOI: https://doi.org/10.29327/2870514.12.2-7. South American Journal of Basic Education, Technical and Technological , 12(2 Suplemento), 77–88. Recuperado de https://periodicos.ufac.br/index.php/SAJEBTT/article/view/9770

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