INSTITUTOS FEDERAIS
uma face da diversificação na expansão da educação superior pública
DOI:
https://doi.org/10.29327/268346.10.24-7Palavras-chave:
Institutos Federais, diversificação, organismos internacionaisResumo
ênfase nos direcionamentos de organismos internacionais voltados à diversificação do sistema educacional de nível superior, que possibilitaram a inserção dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) na configuração da educação superior do país. Adota-se uma abordagem qualitativa, por meio de pesquisa bibliográfica, com destaque para os estudos de Chauí (2003), Dowbor (2020) e Laval (2023), que subsidiam a discussão sobre a relação entre globalização e educação, bem como os estudos de Mancebo (2015), Moraes e Dourado (2023) e Maués (2019), que se debruçam sobre a educação superior no Brasil. A análise, ancorada no materialismo histórico-dialético como base teórico-metodológica, permite sustentar que, embora os IFs se configurem como instituições não universitárias, ocupam posição estratégica na expansão e interiorização do acesso ao ensino superior público, contribuindo para a redução das desigualdades educacionais em todas as regiões do país, em função da capilaridade instalada desde sua criação, em 2008. Ao mesmo tempo, evidenciam-se fragilidades decorrentes de sua institucionalidade híbrida, com forte centralidade na educação profissional, o que se apresenta como fator limitador a uma maior participação no processo de expansão e interiorização da educação superior pública.
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